Los estigmas asociados a la lepra en el Brasil contemporáneo: una revisión integradora de la literatura
DOI:
https://doi.org/10.25194/rebrasf.v14i1.2334Palabras clave:
Lepra; Estigma; BrasilResumen
Objetivo: Analizar la evidencia científica sobre los estigmas sociales relacionados con la lepra en el Brasil contemporáneo y sus repercusiones en el diagnóstico, el tratamiento y la calidad de vida de los pacientes. Metodología: Se trata de una revisión bibliográfica integradora, realizada en las bases de datos PubMed, BVS y CAPES, con los descriptores “lepra”, “estigma” y “Brasil”, en portugués, inglés y español. Se incluyeron artículos originales revisados por pares, publicados entre 2020 y 2025, que abordaron directamente los estigmas asociados a la lepra. Tras cumplir los criterios de elegibilidad, se seleccionaron 22 artículos. Resultados: El estigma social sigue siendo una barrera importante para el diagnóstico precoz, la adherencia al tratamiento y la reintegración social de las personas con lepra. Los factores históricos, la desinformación, el miedo al rechazo, la visibilidad de las discapacidades físicas y las vulnerabilidades sociales están directamente relacionados con la perpetuación del prejuicio. Además del daño físico, las personas enfrentan sufrimiento emocional, aislamiento social y una calidad de vida reducida. Estrategias como los grupos de autocuidado, las acciones educativas, la capacitación de profesionales de la salud y la participación comunitaria han demostrado ser eficaces para reducir el estigma. Conclusión: Abordar la lepra en Brasil requiere acciones intersectoriales que integren políticas públicas, educación para la salud y la promoción de los derechos humanos. Combatir el estigma es esencial para mejorar el diagnóstico temprano, el acceso al tratamiento y la calidad de vida de los pacientes.
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