CASAMENTO INTER-RACIAL.
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Como Citar

MORAES, NATANAEL. CASAMENTO INTER-RACIAL. Práxis Teológica, [S. l.], v. 5, n. 2, 2015. Disponível em: https://adventista.emnuvens.com.br/praxis/article/view/604. Acesso em: 12 ago. 2026.

Resumo

Várias etnias contribuíram para a formação da população brasileira, com a predominância dos tipos branco, negro e ameríndio. De origem européia, o contingente branco foi constituído por portugueses, alemães, italianos, espanhóis, eslavos e outros grupos minoritários. A África forneceu o elemento negro, enquanto que o ameríndio já estava presente por ocasião da chegada dos portugueses em 1500. O Brasil também conta com imigrantes de origem árabe, israelitas e asiáticos, como japoneses e coreanos. Negro, enquanto que o ameríndio já estava presente por ocasião da chegada dos portugueses em 1500. O Brasil também conta com imigrantes de origem árabe, israelitas e asiáticos, como japoneses e coreanos. O processo de mestiçagem não é um fenômeno peculiar dos brasileiros, pois os portugueses já o praticavam antes de virem para o país. Atualmente o Brasil dispõe de diversos tipos de combinações inter-raciais como, mulatos (filhos de brancos com negros), cafuzos (negros e índios), mamelucos (brancos e índios), sendo também comuns os casamentos entre brasileiros e japoneses. Uma vez que a igreja não vive isolada da sociedade, ela também se defronta com o processo brasileiro de casamentos inter-raciais, daí a relevância de se estudar as implicações para o contexto particular da igreja.

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Copyright (c) 2015 NATANAEL MORAES

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